Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e Dalai Lama. Leonardo Boff explica: No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga: - 'Santidade, qual é a melhor religião?' Esperava que ele dissesse: 'É o budismo tibetano' ou 'São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo.' O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou: 'A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. É aquela que te faz melhor. 'Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar: - 'O que me faz melhor?' Respondeu ele: - 'Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...' Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável. |
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
QUAL É A MELHOR RELIGIÃO?
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 kg; até que você ganhe 5 kg; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra; e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo...
Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 kg; até que você ganhe 5 kg; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra; e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo...
Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
UBUNTU
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em
Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada
Ubuntu.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes
da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte
que o levaria até o aeroporto de volta pra casa.
Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo;
então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num
cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí
ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas
deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos
os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou
no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!",
instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em
direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces
entre si e a comerem, felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou por que elas tinham
ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e,
assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia
ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando
a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele
povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"
Na tradução literal da expressão inteira que é utilizada por esse
povo: Umuntu ngumuntu nagabantu = Uma pessoa só é uma pessoa por
causa das outras pessoas.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Pedras e pedras...
Um peregrino passa diante de um vasto canteiro de obras.
– O que você está fazendo? – pergunta a um dos operários que vê por ali, trabalhando com grande empenho.
– O que você está fazendo? – pergunta a um dos operários que vê por ali, trabalhando com grande empenho.
O trabalhador acha a pergunta engraçada. Enxuga o suor do rosto enquanto responde:
– Não está vendo? Estou quebrando pedras.
– Não está vendo? Estou quebrando pedras.
Mais adiante, o peregrino pergunta a mesma coisa a um outro talhador de pedras.
– Estou ganhando o meu sustento – responde, com grande seriedade.
– Estou ganhando o meu sustento – responde, com grande seriedade.
Antes de deixar o canteiro de obras, o peregrino faz a pergunta ainda uma vez, a um terceiro talhador de pedras.
– Eu estou ajudando a construir uma catedral – responde este, sorrindo.
– Eu estou ajudando a construir uma catedral – responde este, sorrindo.
O peregrino retoma seu caminho.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele, ou qualquer outra pessoa, decida como eu devo agir.
domingo, 10 de julho de 2011
Atravessando o Rio
Dois monges viajavam juntos por uma caminho lamacento. Chovia torrencialmente o que dificultava a caminhada. A certa altura tinham que atravessar um rio, cuja água lhes dava pela cintura. Na margem estava uma moça que parecia não saber o que fazer:
- Quero atravessar para o outro lado, mas tenho medo
Então o monge mais velho carregou a moça às suas cavalitas para a outra margem. Horas depois, o monge mais novo não se conteve e perguntou:
- Nós, monges, não nos devemos aproximar das mulheres, especialmente se forem jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?
- Eu deixei a moça lá. Você ainda a está carregando?
- Quero atravessar para o outro lado, mas tenho medo
Então o monge mais velho carregou a moça às suas cavalitas para a outra margem. Horas depois, o monge mais novo não se conteve e perguntou:
- Nós, monges, não nos devemos aproximar das mulheres, especialmente se forem jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?
- Eu deixei a moça lá. Você ainda a está carregando?
segunda-feira, 4 de julho de 2011
APRENDA A MEDITAR EM 9 LIÇÕES SIMPLES
Várias pesquisas recentes mostram que a prática da meditação faz bem para a saúde, especialmente para a pessoa estressada. Entre os benefícios estão a redução da frequência cardíaca, o aumento da serotonina (neurotransmissor que confere bem-estar) e da melanina (hormônio que ajuda no sono) e o melhor controle do humor.
É simples o exercício da meditação.
1 – Estabeleça o foco
Antes de começar, escolha um tema para você visualizar quando estiver praticando a meditação. Pode ser a imagem de uma praia, de um campo, qualquer coisa que o tranquilize. Ou então a repetição de um mantra, que é uma palavra ou frase. Vale desde o famoso “ommmm” até algo como “paz”.
2 – Procure um lugar calmo
Pode ser seu quarto, uma sala ou o quintal. Ele só precisa ser limpo, agradável e silencioso. Se puder, aromatize o ambiente com óleo essencial de lavanda e coloque uma música baixa e suave.
3 – Crie uma rotina
Para ter efeito, a meditação deve se tornar uma prática rotineira. Comprometa-se a realizá-la diariamente, sempre na mesma hora.
4 – Sente-se corretamente
“A meditação requer uma tensão física perfeitamente equilibrada, o que é mais fácil conseguir com o tronco ereto”. Embora qualquer posição confortável sirva, a melhor é você sentar-se e manter as costas eretas. Se estiver numa cadeira, coloque os pés no chão. Se estiver no chão, cruze as pernas na frente, naquela posição clássica, ou sobre os calcanhares. “Essas posturas restrigem o fluxo sanguíneo nas pernas e nos pés, estimulando a irrigação na parte superior do corpo”.
5 – Una as mãos
Coloque-as no colo, uma aninhada sobre a palma da outra ou apoie-as nos joelhos, com os indicadores unidos aos polegares.
6 – Respire pelo nariz
Mantenha a boca e os olhos fechados e a respiração tranqüila durante alguns minutos. Concentre- se nela: você deve respirar pelo diafragma, de modo que o peito não infle. A respiração deve ser sentida bem no centro do seu tronco. Quando inspirar, diga “subindo” para si mesmo. Ao expirar, diga “caindo”. Observe o som, o movimento e sua postura
7 – Preste atenção no agora
Você vai perceber que outros pensamentos vão se intrometer em sua mente. O trabalho, seu time, a vizinha gata… Deixe eles virem, mas tente não se envolver em nenhum. “Meditar não é tentar não pensar em nada. É esforçar-se para não ser envolvido pelos pensamentos”. “Tente observar as imagens que se formam naturalmente, mas abstenha-se de classificá-las.” Não se emocione com elas. Se isso ocorrer, volte a prestar atenção na respiração.
8 – Visualize
Forme em sua mente a imagem daquele tema inicial ou repita o mantra e deixe fluir os sentimentos associados a isso. Fique assim por alguns minutos, mantendo a respiração sempre.
9 – Desencane do tempo
A princípio, cinco minutos diários são suficientes. Mas não fique olhando no relógio. Pare de meditar quando achar que está bom. Aos poucos, adquire-se melhor controle do tempo. E também percebe-se mais os benefícios da prática – por isso, não estranhe se não sentir nada de diferente nas primeiras vezes que meditar.
Revista VIP
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